Ó Pai
Dá-me o silêncio da noite
Pra ouvir o sapo namorar a lua
Dá-me direito ao açoite
Ao ócio, ao cio
À vadiagem pela rua
De me apaixonar todo dia
De ser mais jovem que meu filho
E ir aprendendo com ele
A magia de nunca perder o brilho
Virar os dados do destino
De me contradizer, de não ter meta
Me reinventar, ser meu próprio Deus
Viver menina, morrer poeta
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
... entre 3 e 9 meses...
Eu vi a mulher preparando outra pessoa... o tempo parou pra eu olhar para aquela barriga...
na próxima encarnação talvez eu queira parir...
ResponderExcluir