Diário das águas

Ó Pai Dá-me o silêncio da noite Pra ouvir o sapo namorar a lua Dá-me direito ao açoite Ao ócio, ao cio À vadiagem pela rua De me apaixonar todo dia De ser mais jovem que meu filho E ir aprendendo com ele A magia de nunca perder o brilho Virar os dados do destino De me contradizer, de não ter meta Me reinventar, ser meu próprio Deus Viver menina, morrer poeta

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010


Postado por Diário das águas às 11:05 Um comentário:
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